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Corte e suspensão de jornada e salários podem retornar; equipe econômica avalia

Renovar, mais uma vez, o que permite a suspensão de contrato e a redução  de jornada e salário do trabalhador é uma possibilidade que está sendo analisada pela equipe econômica, como opção para impedir um aumento do desemprego no país. A possível saída foi confirmada por fontes do Governo Federal ouvidas pelo jornal Valor Econômico. De acordo com essas fontes, em se confirmando a prorrogação, o modelo seria diferente e mais restritivo. Alguns técnicos são contrários, por exemplo, a uma medida setorial.    Incerteza sobre desoneração prejudica planejamento das empresas   Comércio articula renovação de redução da jornada de trabalho    Em abril do ano passado,  com o intuito de evitar demissões em massa por conta da pandemia. A MP permitiu a redução de salário e jornada e a suspensão de contratos com compensação salarial parcial pelo governo. Inicialmente, a redução da jornada foi permitida por três meses e a suspensão de contrato por dois meses.  De acordo com as fontes ouvidas pelo Valor Econômico, uma das dificuldades para renovar a medida está na área fiscal, uma vez que o impacto - calculado pelos técnicos do Ministério da Economia - seria de R$ 51,5 bilhões aos cofres públicos. Outra medida que está sendo analisada diz respeito a um novo diferimento (adiamento) de , que pode ser uma alternativa para dar um pouco de “folga” no caixa das empresas. Seria uma espécie de "capital de giro" que permitiria que essas empresas aumentassem a capacidade produtiva e, consequentemente a possibilidade de abrir espaço para investimentos.  Segundo técnicos ouvidos pelo Valor, a adoção de novas medidas . Além disso, os próprios parlamentares podem aprovar a renovação, por exemplo, do auxílio emergencial. Outro interlocutor da economia espera que o início da vacinação retire “parte” da pressão para renovação do auxílio emergencial. “Temos que nos preocupar com o mercado de trabalho porque, a despeito de ampliar o prazo de medidas de transferência de renda, sabemos que acabam com o tempo. Temos que ter mercado para absorver esses trabalhadores”, explicou.

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